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terça-feira, 18 de março de 2008

Chevette Tunning - Lata Velha - Caldeirão do Huck


Olá!
Minha proposta inicial para o Blog seria colocar carros originais, e ainda tenho uma preferência pessoal sobre isso, porém, esse Chevette feito pela equipe do Lata Velha merece um certo destaque.

Mas gosto é gosto, e publico o que me passarem.
Até mais

Clique no álbum abaixo e veja mais fotos do Chevettinho Tunado

Chevette Tunning

Chevy 500




A Chevy 500 foi uma exclusividade do Brasil em produzir uma pick-up derivada do Chevette, no mundo inteiro, tal como a pick-up Corsa. Ela foi fabricada nas versões L, SL, SL/E, DL e, a série especial Camping, somente na cor branca, com para choques pintados.

Dados Técnicos

Comprimento

418,3 cm

Largura

157 cm

Altura

133 cm

Entre eixos

239,5 cm

Bitola frontal

130 cm

Bitola traseira

130 cm

Altura mínima do solo

14 cm

Peso

980 Kg

Caçamba

765 litros

Carga útil

500 Kg

Tanque

62 litros


Chevette Marajó

Chevette Marajó


Motor: 4.1, 6 cilindros em linha, 12 válvulas (2 por cilindro), carburador de corpo duplo, gasolina
Cilindrada: 4.093 cm³ Potência: 171 cv a 4.800 rpm
Potência Específica: 41,7 cv/litro Torque: 32,5 kgfm a 2.600 rpm
CARROCERIA
Comprimento: 4.208 mm Peso: Não disponível
Largura: 1.570 mm Porta-Malas: Não disponível
Altura: 1.385 mm Tração: Traseira
Freios: Discos ventilados na dianteira e discos sólidos na traseira Câmbio: Manual
de 4 marchas

DESEMPENHO

Velocidade Máxima: 180 km/h

Aceleração: 9,4 segundos

Chevette SLE

DESEMPENHO


Velocidade Máxima: 151 km/h

Aceleração: 14,1 segundos

A terceira geração do chevette surgiu em 1983, baseando-se no monza, o carro tinha uma frente em forma de cunha, fárois retangulares, com grade única com frisos horizontais, lanternas traseiras retangulares, com quebra vento nas janelas. Na mecânica tinhamos a opção do motor .16 e câmbio de cinco marchas opcional. Em 1987 o motor foi otimizado, passando a se chamar 1.6/s, com redução de peso dos pistões e bielas, com o carburador de corpo duplo, e novo coletro de admissão. Sua potência subia de 73 para 81 cv. Em 1992 com a onda dos "populares" a Gm lançou o Chevette Junior, o mesmo Chevette pesadão com mísero motor 1.0 de 50 cv. Não fez sucesso, mas a Gm não desistiu e lançou outra versão "popular" Chevette L, que tinha motor 1.6. Em 12 de novembro de 1993, a produção do Chevette foi encerrada, com um saldo de 1,6 milhões de unidades vendidas

Chevette SLE

Motor: 1.6, 4 cilindros em linha, 8 válvulas (2 por cilindro), carburador de corpo duplo, álcool, dianteiro, longitudinal
Cilindrada: 1.599 cm³ Potência: 81 cv a 5.200 rpm
Potência Específica: 50,6 cv/litro Torque: 12,8 kgfm a 3.200 rpm
CARROCERIA
Comprimento: 4.193 mm Peso: 930 kg
Largura: 1.570 mm Porta-Malas: 321 litros
Altura: 1.324 mm Tração: Traseira
Freios: Discos sólidos na dianteira e tambores na traseira

Câmbio: Manual de 5 marchas.

Chevette SR Hatch


Desempenho


Velocidade Máxima: 150 km/h

Aceleração: 16,5 segundos

O carro que foi lançado em 1973, teve sua primeira reestilização em 1978, com um ,desenho baseado no Pontiac Firebird norte-americano. O Chevette tinha frente em forma de cunha e grade dividida em duas partes. Em 1979 existia a opção da carroceria perua (Marajó) e hatchback, com uma versão esportiva o S/R. A versão S/R vinha com aerofólio na traseira, motor 1.6, pintura degradê e faróis quadrados, que seria adotado pelo restante da linha. em 1983 o carro sofria mais uma reestilização, baseando-se agora no Monza.

Chevette SR

Motor: 1.6, 4 cilindros em linha, 8 válvulas (2 por cilindro), carburador de corpo duplo, gasolina, dianteiro, longitudinal.
Cilindrada: 1.599 cm³ Potência: 80 cv a 5.800 rpm
Potência Específica: 50 cv/litro Torque: 11,6 kgfm a 3.600 rpm
CARROCERIA
Comprimento: 3.972 mm Peso: 898 kg
Largura: 1.570 mm Porta-Malas: Não disponível
Altura: 1.323 mm Tração: Traseira
Freios: Discos sólidos na dianteira e tambores na traseira Câmbio: Manual de 4 marchas

Chevette GP - O Esportivo

Desempenho


Velocidade Máxima: 144 km/h
Aceleração: 18,8 segundos

No ano de 1973 com o grande sucesso do Opala, a general motors do Brasil lançou um automóvel mais acessível que era o Chevette que era um pequeno
sedã de duas portas.
O automóvel tinha linhas modernas, pois era irmão gêmeo do Opel Kadett, lançado na Europa seis meses

depois do Chevette. Sendo o Chevette o primeiro
carro com comando de valvúlas no cabeçote acionado por correia dentada. Depois de dois anos
foi lançada a versão esportiva GP (Grand Prix)
em homenagem ao grande prêmio de fórmula 1. Ele tinha faixas pretas no capô e laterais, fárois de neblina, sobre-aros nas rodas. Com um motor mais
potente devido ao aumento da taxa de compressão,
exigindo assim a gasolina azul de alta octanagem.
Em 1978, foi reestilizado ganhando um visual baseado no Pontiac Firebird norte-americano.

Chevette GP

Motor: 1.4, 4 cilindros em linha, 8 válvulas (2 por cilindro), carburador de corpo simples, gasolina, dianteiro, longitudinal
Cilindrada: 1.398 cm³ Potência: 72 cv a 5.800 rpm
Potência Específica: 51,4 cv/litro Torque: 10,8 kgfm a 3.800 rpm
CARROCERIA
Comprimento: 4.120 mm Peso: 886 kg
Largura: 1.570 mm
Porta-Malas: Não disponível
Altura: 1.320 mm
Tração: Traseira
Freios: Discos sólidos na dianteira e tambores na traseira
Câmbio: Manual de 4 marchas

Ficha Técnica dos Motores do Chevette a Gasolina

Motor de Bloco Azul

Ficha t�cnica do motor 1.4 a gasolina


Caracter�sticas b�sicas:
Dianteiro, longitudinal, quatro cilindros em linha, quatro tempos, refrigerado a �gua, duas v�lvulas por cilindro, comando de v�lvulas simples no cabe�ote acionado por correia dentada.

Di�metro e curso dos cilindros: 82 x 66,2 mm

Cilindrada: 1398 cm�

Ordem de igni��o 1-3-4-2

Taxa de Compress�o: 7,8:1

Pot�ncia m�xima: 65 cv SAE* a 5800 rpm

Torque m�ximo: 10,3 mkgf SAE a 3000 rpm

Alimenta��o: Carburador simples de fluxo descendente.
Motor de Bloco Cinza

Ficha t�cnica do motor 1.6/S a gasolina


Caracter�sticas b�sicas:
Dianteiro, longitudinal, quatro cilindros em linha, quatro tempos, refrigerado a �gua, duas v�lvulas por cilindro, comando de v�lvulas simples no cabe�ote acionado por correia dentada.

Di�metro e curso dos cilindros: 82 x 75,7 mm

Cilindrada: 1599 cm�

Ordem de igni��o 1-3-4-2

Taxa de Compress�o: 8,5:1

Pot�ncia m�xima: 73 cv ABNT a 5200 rpm

Torque m�ximo: 12,6 mkgf ABNT a 3200 rpm

Alimenta��o: Carburador de corpo duplo com o segundo est�gio acionado somente em altas rota��es.
Motor de Bloco Vermelho

Ficha t�cnica do motor 1.6 a gasolina


Caracter�sticas b�sicas:
Dianteiro, longitudinal, quatro cilindros em linha, quatro tempos, refrigerado a �gua, duas v�lvulas por cilindro, comando de v�lvulas simples no cabe�ote acionado por correia dentada.

Di�metro e curso dos cilindros: 82 x 75,7 mm

Cilindrada: 1599 cm�

Ordem de igni��o 1-3-4-2

Taxa de Compress�o: 7,8:1

Pot�ncia m�xima: 76 cv SAE* a 5800 rpm

Torque m�ximo: 10,8 mkgf SAE a 3600 rpm

Alimenta��o: Carburador duplo entre 80 e 83 e carburador simples de fluxo descendente de 84 a 87.

Motor e Transmissão do Chevette - Características Técnicas

Texto Extraído do Site: Chevettemaniac

TRANSMISSÃO

Motor longitudinal com tração traseira transmitida por cardã.

Fixa Técnica
Câmbio mecânico de 4 marchas 1ª) 3,746:1; 2ª) 2,157:1; 3ª) 1,378:1; 4ª) 1,000:1; Ré) 3,815:1; Diferencial) 4,100:1.
Câmbio mecânico de 5 marchas (1.6) 1ª) 3,746:1; 2ª) 2,157:1; 3ª) 1,378:1; 4ª) 1,000:1; 5ª) 0,840:1; Ré) 3,815:1; Diferencial) 4,110:1 (Chevy 500), 3,900:1 (restante da linha).
Câmbio mecânico de 5 marchas (1.0) 1ª) 4,280:1; 2ª) 2,310:1; 3ª) 1,480:1; 4ª) 1,000:1; 5ª) 0,900:1; Ré) 3,815:1; Diferencial) 4,880:1.
Câmbio automático de 3 marchas 1ª) 2,400:1 ; 2ª) 1,480:1 ; 3ª) 1,000:1 ; Ré) 1,920:1 ; Diferencial) 3,900:1 (Chevy 500), 3,540:1 (restante da linha).

No princípio somente o câmbio de 4 marchas era disponível, mas a chegada do motor 1.6 fez surgir a necessidade por uma quinta marcha, que o motor "pedia".
Em 83 o câmbio de 5 marchas passou a ser de série. Os engates eram precisos e macios, mas a distância entre as posições da alavanca prejudicavam as trocas rápidas. As relações eram adequadas, somente a 3ª era um pouco longa, fazendo com que o motor demorasse para "encher".
O câmbio do Junior tinha relações mais curtas das três primeiras marchas e do diferencial, para compensar o menor torque do motor. Isso era claramente demonstrado pelo ruído característico do motor, que denunciava a sua operação sempre em rotações altas.
Entre 85 e 90 houve a opção do câmbio automático, com pequena aceitação pelo mercado.
A tração era traseira. Se por um lado o motor longitudinal e o cardã roubavam espaço, por outro a tração traseira proporcionava maior estabilidade e controle nas curvas, e a própria presença do túnel do cardã (que na estrada costumava aquecer) dava um toque de esportividade: ponto para o prazer em dirigir em detrimento da racionalidade.
A tração traseira era ainda uma vantagem para a Chevy 500, pois permite maior eficiência quando carregada, sobretudo em terrenos difíceis. Tanto que a tração traseira é uma unanimidade entre as caminhonetes de maior porte.

SUSPENSÃO

Dianteira - Independente com braço triangular superior, braço simples inferior, barra estabilizadora a partir de 1983, molas helicoidais e amortecedores hidráulicos telescópicos.
Traseira - Eixo rígido, braços tensores longitudinais, barra transversal Panhard, molas helicoidais e amortecedores hidráulicos telescópicos.
A suspensão era bem calibrada e não sofreu grandes modificações ao longo do tempo.
O carro era estável, difícil de desgarrar, mas o eixo rígido traseiro sacolejava em curvas com piso irregular, transmitindo falsa sensação de insegurança.

chevettemaniac

DIREÇÃO

A direção era precisa. Era capaz de esterçar mais do que a de qualquer outro carro, o que favorecia as manobras em espaços restritos.

Fixa técnica
Tipo Mecânica, pinhão e cremalheira.
Câmber -0°15' a +1°15'
Cáster 3° a 4°30'
Convergência 2,5 mm a 4,5 mm ou 0°25' a 0°45'

MOTOR

O Chevette foi lançado no ano de 1973, com motor 1.4 a gasolina, que foi o primeiro montado no Brasil a ter comando de válvulas no cabeçote acionado por correia dentada. No ano de 1980, ele recebeu uma versão a álcool, com ignição eletrônica de série (opcional no modelo a gasolina a partir de 1982).

Ficha técnica do motor 1.4 a gasolina (bloco azul)

Características básicas:

Dianteiro, longitudinal, quatro cilindros em linha, quatro tempos, refrigerado a água, duas válvulas por cilindro, comando de válvulas simples no cabeçote acionado por correia dentada.

Diâmetro e curso dos cilindros:

82 x 66,2 mm

Cilindrada:

1398 cm³

Ordem de ignição

1-3-4-2

Taxa de Compressão:

7,8:1

Potência máxima:

65 cv SAE* a 5800 rpm

Torque máximo:

10,3 mkgf SAE a 3000 rpm

Alimentação:

Carburador simples de fluxo descendente.

chevettemaniac

Ficha técnica do motor 1.4 a álcool

Características básicas:

Dianteiro, longitudinal, quatro cilindros em linha, quatro tempos, refrigerado a água, duas válvulas por cilindro, comando de válvulas simples no cabeçote acionado por correia dentada.

Diâmetro e curso dos cilindros:

82 x 66,2 mm

Cilindrada:

1398 cm³

Ordem de ignição

1-3-4-2

Taxa de Compressão:

10,5:1

Potência máxima:

69 cv SAE* a 5800 rpm

Torque máximo:

10,4 mkgf SAE a 3000 rpm

Alimentação:

Carburador de corpo duplo.

Em 1980, foi lançado o motor 1.6 a gasolina como opcional para as versões Hatch e Marajó. Em 1981, foi lançado o Chevette Hatch S/R, uma versão esportiva já com motor 1.6, cuja versão foi descontinuada em 1982. A partir de 1982, somente o Chevette SL Faixa Preta, nas versões Sedan, Hatch e Marajó, já vinha de fábrica com motor 1.6. A versão Standard e L do Chevette, ainda eram produzidas com motor 1.4. Em 1983, o motor 1.6 recebeu a opção do álcool e, estendeu-se para toda a linha Chevette, já com câmbio de 5 marchas (o 1.4 nesse ano deixou de estar disponível no mercado brasileiro, sendo produzido apenas para unidades destinadas à exportação). Este motor usou carburador de corpo duplo até 1983, a partir de 1984 passou a usar carburador simples, que persistiu até 1987, quando o motor passou por uma reformulação.

Ficha técnica do motor 1.6 a gasolina(bloco vermelho)

Características básicas:

Dianteiro, longitudinal, quatro cilindros em linha, quatro tempos, refrigerado a água, duas válvulas por cilindro, comando de válvulas simples no cabeçote acionado por correia dentada.

Diâmetro e curso dos cilindros:

82 x 75,7 mm

Cilindrada:

1599 cm³

Ordem de ignição

1-3-4-2

Taxa de Compressão:

7,8:1

Potência máxima:

76 cv SAE* a 5800 rpm

Torque máximo:

10,8 mkgf SAE a 3600 rpm

Alimentação:

Carburador duplo entre 80 e 83 e carburador simples de fluxo descendente de 84 a 87.

chevettemaniac

Ficha técnica do motor 1.6 a álcool

Características básicas:

Dianteiro, longitudinal, quatro cilindros em linha, quatro tempos, refrigerado a água, duas válvulas por cilindro, comando de válvulas simples no cabeçote acionado por correia dentada. Sistema de Ignição Eletrônica

Diâmetro e curso dos cilindros:

82,0 x 75,7 mm

Cilindrada:

1599 cm³

Ordem de ignição

1-3-4-2

Taxa de Compressão:

12,0:1

Potência máxima:

72,0 cv a 5600 rpm.

Torque máximo:

(12,3 mkgf) a 3200 rpm

Alimentação:

Carburador de corpo simples e corpo duplo (opcional).

Em 1987, o motor 1.6 passou por uma reformulação que incluiu a redução do peso dos pistões em 92g e das bielas em 83g; um novo carburador de corpo duplo com o segundo estágio acionado somente em altas rotações (diferentemente daqueles de 1980 à 1983); e, um novo desenho para o coletor de admissão, o que reduziu a perda de carga dos gases de alimentação. Então, ele passou a ser denominado 1.6/S (já pertencente à linha Chevette 1988).

chevettemaniac

Ficha técnica do motor 1.6/S a álcool (bloco cinza)

Características básicas:

Dianteiro, longitudinal, quatro cilindros em linha, quatro tempos, refrigerado a água, duas válvulas por cilindro, comando de válvulas simples no cabeçote acionado por correia dentada.

Diâmetro e curso dos cilindros:

82 x 75,7 mm

Cilindrada:

1599 cm³

Ordem de ignição:

1-3-4-2

Taxa de Compressão:

12:1

Potência máxima:

82 cv ABNT a 5200 rpm

Torque máximo:

12,8 mkgf ABNT a 3200 rpm

Alimentação:

Carburador de corpo duplo com o segundo estágio acionado somente em altas rotações.


Ficha técnica do motor 1.6/S a gasolina (bloco cinza)

Características básicas:

Dianteiro, longitudinal, quatro cilindros em linha, quatro tempos, refrigerado a água, duas válvulas por cilindro, comando de válvulas simples no cabeçote acionado por correia dentada.

Diâmetro e curso dos cilindros:

82 x 75,7 mm

Cilindrada:

1599 cm³

Ordem de ignição

1-3-4-2

Taxa de Compressão:

8,5:1

Potência máxima:

73 cv ABNT a 5200 rpm

Torque máximo:

12,6 mkgf ABNT a 3200 rpm

Alimentação:

Carburador de corpo duplo com o segundo estágio acionado somente em altas rotações.

Em 1992, a GMB lançou o Chevette Junior, impressionada com o inesperado sucesso do Uno Mille. Para aproveitar os incentivos fiscais oferecidos na época para veículos com cilindrada menor que 1000 cm3, o conhecido motor passou a contar com uma versão de diâmetro e curso dos cilindros menores, resultando na redução da capacidade cúbica. Por razões de mercado, a nova versão foi descontinuada cerca de um ano depois, em 1993, ano no qual, a GMB passou a produzir somente o Chevette L, com motor 1.6/S nas versões: gasolina e álcool.

Ficha técnica do motor 1.0 a gasolina

Características básicas:

Dianteiro, longitudinal, quatro cilindros em linha, quatro tempos, refrigerado a água, duas válvulas por cilindro, comando de válvulas simples no cabeçote acionado por correia dentada.

Diâmetro e curso dos cilindros:

76x55 mm

Cilindrada:

998 cm³

Ordem de ignição

1-3-4-2

Taxa de Compressão:

8,5:1

Potência máxima:

50 cv ABNT a 6000 rpm

Torque máximo:

7,2 mkgf ABNT a 3500 rpm

Alimentação:

Carburador de corpo simples.

Observação: A potência dos motores mais antigos, está especificada de acordo com medições que seguiram as normas da SAE (que consideram a potência bruta), enquanto a dos mais novos está especificada de acordo com as normas da ABNT (que consideram a potência líquida). Em média, o valor numérico da potência segundo as normas da ABNT fica entre 25 e 30% menor que o valor da medição SAE.

FONTE: Desconhecida

segunda-feira, 17 de março de 2008

Cronologia do Chevette - Esse carrinho tem história








Cronologia do Chevette ( Extraído do site ChevetteManiac)

(1973) - A imprensa especializada confere ao Chevette o título de carro do ano. Os jornalistas rodaram 11 mil quilômetros com o Chevette durante o ano de 1973 para elegê-lo o melhor carro nacional existente no mercado.

(1974) - Neste ano a fábrica comemora, além do título, duas marcas importantes: a produção do 50.000 Chevette em 26 de março e a do 100.000 em 13 de novembro. No total, foram vendidos 31.324 unidades em 1973 e 74.963 em 1974 no mercado interno.

(1975) - Continuando a trajetória de sucesso iniciada no lançamento, as vendas atingem a marca de 62.519 unidades comercializadas no País. Em 17 de setembro, pela primeira vez a GMB utiliza o Campo de Provas da Cruz Alta para fazer a apresentação de sua nova linha, aos jornalistas. Em abril, o primeiro Chevette especial desfila pelas ruas.

(1976) - A linha Chevette cresce com o lançamento da sua Pick-up 4 cilindros, a Chevy-4. Em 20 de fevereiro a GMB comemora a produção de seu 1.000.000 veículo Chevrolet: um Chevette GP amarelo. Em 24 de maio o MVA comemora a produção do 200.000 Chevette. As vendas internas deste ano totalizam 70.733 unidades. A vedete da linha Chevrolet 76 é o SL (Super Luxo), com requintes de acabamento.

(1977) - O – Chevette GP II chega ao mercado em 23 de janeiro com mudanças no motor que o tornam ainda mais econômico. Em 18 de fevereiro a fábrica celebra a produção do 250.000 Chevette. A empresa estuda modificações no design para o próximo ano. As vendas internas registram 65.964 veículos comercializados. A GMV lança o esportivo modelo Chevette GP II em São Paulo durante o Grande Prêmio Brasil de Fórmula 1.

(1978) - Em 19 de janeiro o novo Chevette GP II é lançado no Grande Prêmio Brasil de Fórmula 1 do Rio de Janeiro. A Novidade da linha Chevette é a modificação da frente (facelift), que passa a ter formato de cunha, com duas grades ovaladas. As vendas no mercado interno chegam a 86.384 unidades.

(1979) - Para aumentar as opções do já fiel proprietário de Chevette, a empresa coloca no mercado o modelo 4 portas, motor 1.4 L A gasolina e promete novidades para a linha 80. O volume de vendas internas chega aos 90.084.

(1980) - A fábrica de São José dos Campos produz seu 500.000 Chevette em 8 de fevereiro. Em 2 de julho a empresa lança o motor 1.4 L a álcool para o Chevette. Totalmente redesenhado a partir da coluna central, o novo Chevette Hatch chegou ao mercado como promessa de recorde. E a cumpriu: 94.816 veículos comercializados no mercado interno. O novo Chevette Hatch com 3 portas vem aumentar a linha e as vendas.

(1981) - O já moderno modelo Hatch ganha uma versão especial, muito esportiva e mais potente: o Chevette SR vem equipado com motor 1.6 L a gasolina. Em 31 de março o Chevette Hatch recebe o título de Carro do Ano 1980 da revista Autoesporte. As vendas internas ficam na casa dos 69.941 veículos. A família cresce com o lançamento da STATION WAGON MARAJÓ.

(1982) - Um pequeno facelift na linha Chevette prepara o consumidor para novas e maiores mudanças. As vendas crescem em relação ao ano interior: 75.163 veículos consumidos no mercado ibnterno. Chega com mudanças nos faróis, grades e lanternas.

(1983) - O segundo grande facelift da linha provoca mudanças na frente – mais rebaixada, com faróis trapezóides – e na traseira do veículo – mais alta. Em 17 de fevereiro o MVA orgulha-se de produzir o 750.000 Chevette, que assume a liderança de vendas no País, com suas 85.984 unidades comercializadas no mercado interno. A linha Chevette passa por total reestilização e ganha motor 1.6 L a álcool.

(1984)
- um ano de comemorações para a GMB. A fábrica de São José dos Campos completa 25 anos e o Campo de PROVAS DA Cruz Alta 15. Para marcar a data, a linha 85 é novamente apresentada ao público no CPCA. As vendas internas somam 57.876 unidades. Chega a Pick-up Chevy-500 com motores 1.6 L álcool e gasolina.

(1985) - A fábrica de Motores produz o 1.000.000 motor de Chevette em 10 de junho. No mês de outubro, a produção do veículo chega ao número 850 mil. O total de vendas internas soma 61.526 unidades. A exportação do Chevette atinge o total de 100.000 veículos.

(1986) - A dupla Marcelo Aiquel e Ronaldo Nique lideram 80 voltas dos 500 quilômetros de Guaporé, no Rio Grande do Sul. Neste ano, as vendas internas ficam na casa dos 67.182 veículos comercializados.

(1987) - Com o perfil mais aerodinâmico, a linha 87, composta pelos Chevette SE, SL e Sedan, ganhou capô rebaixado e painel em forma de cunha, com nova grade, espoiler mais baixo e tomadas de ar mais espaçadas. Vendas internas 45.727 unidades. Em março o MVA chega ao 1.000.000 Chevette produzido.

(1988) - A introdução de um novo carburador de corpo duplo estagiado resulta um aumento considerável de potência, mais 10 c.v., no motor a álcool. Obtem-se também uma otimização dimensional, com redução das massas oscilantes. As vendas internas ficam na faixa dos 56.301 veículos. Os motores álcool e gasolina do Chevette recebem melhorias.

(1989) - A station-wagon derivada do Chevette sai de linha neste ano. Durante os anos em que esteve em produção, acompanhou todas as inovações tecnológicas apresentadas pelo Chevette. Foram comercializados 40.701 veículos no mercado interno. Último ano de fabricação da Marajó.

(1990) - Ele chega para dar mais brilho à linha Chevette. O modelo DL traz todo o conforto e economia de seus antecessores, aliado a um acabamento externo e interno de luxo. Neste ano, as vendas no mercado brasileiro foram de 26.786 unidades.

(1991) - Gostoso de dirigir, confortável e com amplo porta-malas (323 litros). O Chevette DL oferece a economia e agilidade que o trânsito urbano exige e a garantia da mecânica Chevrolet. Foram vendidas 20.554 unidades no mercado interno.

(1992) - O Chevette DL mostra a sua faceta ecológica. A emissão de gases poluidores passa a ser controlada com a instalação do conversor catalítico, nas versões a álcool e a gasolina. As vendas internas chegam à casa das 29.629 unidades.

(1993) - Atendendo à solicitação do presidente da República, Itamar Franco, em apenas um ano a Empresa passa a produzir o Chevette L, a chamada versão popular, com motor 1.6 a álcool e gasolina. Nenhum outro carro dessa faixa de mercado possui motor tão potente, nem porta-malas tão grande: 323 litros. Os outros modelos da linha deixam de ser produzidos. As vendas internas perfazem um total de 31.865 veículos.
Junior – Para atender à crescente demanda de veículos de pequeno porte com motores de baixo consumo, a GMB desenvolve e lança o Chevette Júnior, com motor 1.0 – este modelo percorria, em média, 11,15 km/litro na cidade e 15,5 km/litro na estrada. Foi o precursor do carro popular, lançado no ano seguinte. E as vendas? Internas, 20.554 veículos.

Mais uma Cronologia, agora dos modelos (Extraído do Blog: Chevettecar)

1973

Lançamento do modelo de três volumes e duas portas com motor 1.4, nas versões Standart e SL.

1975

Sai a série especial GP, que contava com acabamento diferenciado, incluindo uma larga faixa preta que se iniciava no capô e continuava na tampa do porta malas.

1978

Sutil modificação no desenho, com nova grade dianteira dividida, molduras cromadas nas lanternas do SL e parte central do painel (onde ficam as entradas de ar) mais elevada.
Lançamento da versão quatro portas.

1979

Sai a série especial Jeans, com forração interna de brim azul.

1980

Nova revisão do desenho, com inclusão de lanternas maiores.
Lançamento das novas versões Marajó (perua) e hatch.
Lançamento dos novos motores 1.4 a álcool e 1.6 a gasolina.
Sai a série especial Ouro Preto, em que o veículo era dourado e contava com saias de vinil preto.

1981

Sai a série especial SR, um hatch 1.6 de acabamento esportivo.

1983

Profunda reformulação do desenho de toda a linha, nitidamente inspirado no recém lançado Monza, incluindo o interior e painel.
Lançamento do motor 1.6 a álcool.
Motores 1.6 passam a ser de série.
Câmbio de cinco marchas passa a ser de série.Lançamento da versão caminhonete Chevy 500.
Recall convocando proprietários de modelos 82 e 83 para a troca dos parafusos de fixação das pinças do freio a disco.

1987

Nova revisão do desenho, com novos pára-choques e grade (mais envolventes) e novas lentes para as lanternas.
Lançada a nova opção de acabamento SE, mais luxuosa e com painel mais completo.
Descontinuadas as versões quatro portas e hatch.
Já fazendo parte da linha 88 o SE passa a ser chamado SL/E e são lançados os novos motores 1.6/S.

1990

Descontinuada a Marajó.

1991

O SL/E passa a se chamar DL e torna-se a única opção de acabamento disponível.

1992

Lançado o Junior 1.0.

1993

Descontinuado o Junior, passando o L 1.6/S a ser a única opção do três volumes, até a segunda semana de novembro, quando ele teve sua produção suspensa para dar lugar à linha de montagem do Corsa.

1995

Interrompida a produção da Chevy 500 DL.

Chevette 88 SL - O Filé!


Olá,
Quando comprei este Chevette 88, pensei em criar este Blog.
Sei que, como eu, há muitos que gostam do estilo desse carro, que fez história no Brasil e faz parte da vida de milhares de pessoas.
Deixo um breve histórico desse carro, e, se os leitores se interessarem, podem mandar fotos e o histórico do carro que publico aqui, de preferência já com a placa apagada, mas posso apagar a placa se assim desejarem.

Breve Histórico
Chevette

88, SL, com 75.000 Km rodados. Esse carro foi retirado da concessionária Santa Fé, em Florianópolis/SC e pertenceu a um único dono por vários anos, dono esse que era um senhor de idade avançada e rodava pouco com o carro. Esse carro foi repassado à filha dele, que guardou o carro por 5 anos em uma garagem totalmente fechada e saiu de para um dos membros do Clube do Chevette, que o guardou como relíquia. O Carro é todo inteiro, e até impressiona o estado do interior e da Lataria, sem nenhum tipo de retoque, e praticamente perfeita.

terça-feira, 4 de março de 2008

Primeiro Post - História do Chevette

Olá,
Este blog surgiu da idéia de alguns amigos que são, como todo bom Brasileiro, apaixonados por relíquias automotivas.
Chevette 88 simplesmente é o carro que abre este blog, um carro com 20 anos de uso, porém com a pintura original, extremamente bem conservado, que a nosso ver, está já no ranking dos filés, como dizem aqui na região sul do Brasil.

Deixo aqui um pouco da história do Chevette.

Em 1973 foi lançado o Chevette no Brasil, ele tinha um motor 1.4 a gosolina com comando de valvúlas no cabeçote acionado por correia dentada.
Passados os anos o sucesso em 1980 lançaram uma versão a álcool, com ignição exportação, o motor deste carro era de carburação dupla até 1983, e em 1984 passou a usar carburação simples que durou até 1987, neste ano o motor passou por uma reformulação. Reformulação esta que era nos pistões que passaram a pesar 92g e das bielas 83g; colocaram um novo carburador duplo com o segundo estágio que era acionado somente em quando o carro alcançava altas rotações. Nesta reformulação tambem mudaram o desenho do coletor de admissão, reduzindo a perda de carga dos gases de alimentação, passando assim a ser conhecido como 1.6/S (linha 1988). Em 1992, a GMB impressionada com osucesso do Uno Mille Lançou o Chevette Junior aproveitando tambem o incentivo do governo para a produção de carros com cilindrada menor que 1000cm3, este motor possuia o diâmetro e curso de cilindros menores resultando na redução da capacidade cúbica. Em razão do mercado esta versão durou apenas um ano e a GMB passou a produzir somente o Chevette L, com motor 1.6/S.
Texto extraído do site http://www.chevette.com.br

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